Fim!

•11 11UTC Abril 11UTC 2009 • 1 Comentário

Contrario a tudo que eu falei no post anterior… eu estou oficialmente pirando. Eu tenho idéias, vejo coisas legais todos os dias que quero postar aqui, mas não estou dando conta nem de manter o blog…
O final da minha história em três partes está desdo o primeiro dia na minha cabeça e eu ainda não escrevi por que toda vez que eu sento pra escrever mil e uma coisas ficam zoando minhas idéias e eu mal dou conta de escrever a introdução do tópico.
Uma vez eu li um post que dizia “hoje em dia as pessoas acham que ter um blog é uma coisa fácil e um modo rápido de conseguir sucesso na internet; Esses blogs são os que normalmente duram apenas 2 meses”.
Pois é, meus leitores ruins… o tio Poeta não teve pensamentos tão toscos como esses, o tio poeta queria um lugar pra escrever suas idéias, mas agora ele mal está conseguindo organiza-las.
Nem me perguntem se eu vou voltar a postar nesse blog por que eu não tenho certeza de mais nada…
Muito obrigado a todos que leram minhas bobagens, minhas idéias, os que comentaram, os que corrigiram meus erros (alias, não revisei esse post, deve estar cheio de erros mas não vou edita-lo).
Poeta Ruim is now offline.

Tio Poeta, cê ta vivo?

•7 07UTC Abril 07UTC 2009 • 1 Comentário

É, galerinha do barulho… faz hora que eu não posto nada, né não?

Falha minha. Não, não é falta de tempo… é uma daquelas inexplicáveis faltas de inspiração quando você tem um monte de coisas na cabeça… cursos, faculdade (não posso me dar ao luxo de continuar indo mal por vadiagem), e mais “n” projetos da minha cabeça de bagre. Mas eu gosto d’O Poeta Ruim, e não tenho planos de abandona-lo!

E isso não são desculpas esfarrapadas (são muitos boas, entenderam?), logo logo novidades aqui no Blog! \o/

E não demora muito não, e até lá eu já terei postado o final de “O Mal Resignado”, e vambora com força total!

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E pra ninguém alegar que esse post foi ruim, sem criatividade e que eu não fiz ninguém rir, chorar nem causei nenhuma calamidade pública:

Tem dias em que aquela mascara do Rorschach simplesmente se recusa a fazer aquela cara assustadora… talvez seja por isso que o Watchman foi um fracasso de bilheteria. icon_lolrorschachslap300

Só Pra Quem Entende…

•28 28UTC Março 28UTC 2009 • 4 Comentários

Bem, eu deveria terminar a minha história hoje mas, adivinhem: não vou!

Por alguma má vontade da minha parte somada a um deficit de inspiração e alguns duendes muito mal educados, eu resolvi fazer um post diferente.

A um tempo atrás, eu coloquei uma foto no meu orkut que exibia um urubu pousado sobre uma cruz e trazia os dizeres “só pra quem entende”, e passei alguns meses com ele de foto de exibição no msn.

urubuDaí que pouca gente entendeu e muita gente veio perguntar o por que do urubu.

Essa foto foi batida da câmera do celular da minha irmã do Selfish Person, a meu pedido um dia em que voltávamos pra casa na hora do almoço de baixo de um Sol lascado. Passamos do lado de uma igreja, bem na torre tinha um urubu, não podia perder a chance, né?

Ok. Agora qualquer um que me conheça melhor sabe que eu não morro de amores por religião nenhuma… e que eu tenho um “carinho todo especial” pela igreja católica.

Se eu fosse muito normal lembraria do Flamengo, mas como o Poeta Ruim que sou, vi um urubu e associei à carniça. Carniça -> Morte -> Inquisição -> Catolicismo. Pode parecer uma associação meio forçada à primeira vista, mas ICAR pra mim é quase um sinônimo de desrespeito, opreção, carnificina, medo, ignorância e corrupção.

Mas pra entender isso é necessário saber um pouquinho de história, ter boa vontade de estudar e aprender, lembrar que as coisas não são como diz a lavagem cerebral que nos fizeram e principalmente não temer o inferno da sua própria mente. E isso é privilégio de poucos, eu ainda luto muito por isso.

O urubu sobre a cruz pra mim é o sinal da podridão do mundo, a sujeira das instituições sob a luz do Sol, é a minha Poesia Ruim em formas… e por isso é hoje meu avatar (aos que ainda não notaram).

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Alias, uns tempos depois, bati uma foto com dois urubus na mesma cruz! Um dia ainda vou achar três urubus nela, então vou postar com os dizeres “em nome do pai…” etc.

E isso é um pouco mais sobre aquele que vos escreve, não um cara muito sensato, mas bem honesto, e hipócrita nas horas vagas. Logo logo eu venho com o fim da história!

O Mal Resignado – Parte II

•21 21UTC Março 21UTC 2009 • 3 Comentários

Não, o blog não parou! É o autor que é um lerdo mesmo. XD

No meio da semana eu não tenho uma hora legal pra sentar e escrever uma história, e como eu queria terminar essa antes de postar outras bobagens… acabei enrolando.

Bem provavelmente eu estarei postando alguma coisa durante a semana e a parte final da história sóóóóó no próximo sábado.

Mas chega de papo, ação!

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O Mal Resignado – Parte II

neve

Ele não pediu, ele apenas informou. Agora estava perfeitamente claro para Wagz que uma base militar inimiga havia se instalado no Pólo Norte, mas logo ele resolveria esse problema pessoalmente.

E ele iria sozinho.

Ele partiria no outro dia. Tempos antes teria dito que partiria antes do Sol, mas naquela época do ano no pólo, era sempre trevas. Sempre tão escuro como no dia em que fora vítima da Horda Negra.

Voltou para sua cabana e se pôs a fazer os preparativos, agora já fazia pouco mais de oito anos que havia traído a Horda e colocado seu quartel principal a baixo, somente por seus dois assistentes, poderia facilmente faze-lo outra vez. Fazia algo como cinco anos que trabalhava para os monges do norte, fazia mais de trinta anos que havia matado a primeira pessoa.

Sua infância fora caótica, a guerra ainda não era algo concreto, e ele se recorda apenas do pequeno templo de sua cidade natal que corajosamente tentava resistir às chacinas e vandalismos que tomavam conta do mundo.

Quando tinha sete o templo foi destruído. Viu a morte do pai, tentou a fuga com a mãe. A mãe também foi morta e ele foi tomado como escravo. Aos dez matou seu captor, aos quinze se juntou à Horda Negra em troca de comida. Aos vinte e um era um soldado de elite marchando com as tropas e erradicando todos os templos que resistiam no caminho. Aos vinte e cinco se tornou general, aos vinte e sete se recusou a matar duas crianças que adotou e treinou. Aos trinta e um a Horda o considerou emocional e poderoso demais, dispensando-o do cargo e matando Aka e Hain, seus subordinados, seus amigos, seus filhos. Aos trinta e dois, destruiu a cede da Hora Negra e matou seus líderes.

Bebeu diante da lareira a última garrafa solitária de sua bebida amarga, e saiu pela porta recém concertada de sua cabana, cruzando a neve em direção ao inimigo.

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Eu tentei fazer um “capítulo fash back”, ficou pequeno e não sei se a estratégia deu certo, mas espero que tenham gostado!

Até a próxima.

O Mal Resignado – Parte I

•14 14UTC Março 14UTC 2009 • 1 Comentário

Então… quanto tempo sem postar mesmo? Uma semana… e isso se contar essa última explanação trash como post.

Mas chega desse papo chato, estou de volta e finalmente começando minha histórinha “O Mal Resignado”. Na parte I, logo abaixo, vocês verão como é a vida de um malvado que resolve trabalhar para os bonzinhos!

Chega de enrolação: vamos lá.

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O Mal Resignado – Parte I

neve

Os ventos frios cortantes lhe balançavam os cabelos, mas o corpo não reagia com sequer um arrepio. Em sua mão, o aço gelado da espada banhada em sangue parecia ter o peso do mundo, sua pistola quase sem munição ainda estava quente do último disparo, aos seus pés 38 corpos recém chacinados.

A tempestade estava chegando, e ele não se demorou a pilhar os corpos derrotados. Armas, suprimentos, roupas, qualquer coisa era realmente útil. Juntou tudo e levou para sua cabana, aos pés de um gigantesco monastério, e começou a nevar.

Postou-se em frente à lareira e retirou as roupas sujas de lama e sangue, pegou uma caneca de bebida quente e começou a pensar: era a terceira expedição nos últimos sete dias, nada que ele não pudesse dar conta. Seu nome era Wagz Lesdzeur, outrora conhecido como 4º General da Horda Negra, em campo liderara pessoalmente as tropas que esmagaram três Monastérios e um grupo de resistência. Dos traidores, arrancou as almas com as próprias mãos e os condenou ao inferno… agora sabia, um dia compartilharia desse destino.

Ouviu um bater na porta, puxou sua espada e esperou em silêncio.

A porta se abriu, seu visitante era um jovem monge, que fez uma exagerada reverência e entrou, porta fechando atrás dele. Sem dizer qualquer palavra ou olhar em seus olhos, o monge se pôs a curar seus ferimentos. Wagz tinha uma séria perfuração no flanco direito e duas balas alojadas no antebraço e no ombro esquerdos,e a última batalha não havia sido das mais difíceis.

Olhando com o canto dos olhos, ele viu as lágrimas que escorriam dos olhos do jovem monge, de fato, todos aqueles bons homens sabiam do destino que aguardavam Os Resignados, sabiam que não importavam as circunstâncias, eles terminariam seus dias de vida apenas para começar o sofrimento eterno. Mas todos entendiam o quão eles eram necessários… já restavam apenas dois Monastérios, os últimos resquícios do bem sobre o mundo, e eles estavam separados demais, a comunicação era impossuível. Mas eles sabiam que os outros estavam lá, resistindo… eles sabiam. Só por isso eles aceitavam o trabalho tão injusto dos resignados.

Wagz ergue sua espada outra vez, e empurra o monge lhe atirando no chão. Meio segundo depois, a porta da cabana se estilhaça em pedaços, do outro lado um homem animalesco e enorme da um urro infernal, carregando uma clava de metal cheia de espinhos. A nevasca lá fora adentra com toda a força à casa e a lareira se apaga.

Trevas.

O monge se acomodou ao chão e se postou a orar, o teto da cabana é feito em pedaços por um golpe do oponente e Wagz nota, pela meia espada em sua mão, como o golpe passou perto. Ele saca sua pistola e atira contra o vento no escuro… e ouve um urro de fúria e dor.

Outro disparo, e outro, e outro, e outro e outro.

Até que ouve um baque surdo contra o chão de madeira. O oponente caíra. Ele procura pelo monge… perfeitamente bem e vivo, protegido por sua prece. Ele se recorda de quando era das legiões do mal, e que a coisa mais perturbadora do mundo eram as preces dos bondosos.

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Bom, é isso… pessoalmente eu gostei, espero ter agradado, em breve as outras partes da história.

See ya!